quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Boas férias!

O Blog do CANAC entra em recesso junto com as férias. Voltamos a postar as novidades da gestão Águas de Março assim que as aulas retornarem.

Desejamos boas festas e um ótimo 2010 a todos!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Lançamento de livros e confraternização do curso

Nesta quinta feira (17/12), a partir das 19h30 na ADUEM, acontecerá o lançamento dos livros do DHI e logo após um coquetel para confraternização de final de ano do curso de História.

Esperamos que todos prestigiem o lançamento e que possamos confraternizar juntos.

Realização: DHI em parceria com o CANAC.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Resultado oficial - Eleição DCE UEM

1º Chapa 3 - Chapa Quente - O Bonde do Amor -> 871 votos

2º Chapa 2 - Alteração -> 756 votos

3º Chapa 4 - Vamos a Luta! Construir o Novo -> 609 votos

Nulo -> 239 votos

Branco -> 10 votos

Total -> 2485 votos

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Eleição do DCE UEM é amanhã

Amanhã os acadêmicos da UEM escolhem a nova gestão do Diretório Central dos Estudantes. Os estudantes de História votam na urna colocada no bloco G-34. Para votar, basta apresentar algum documento com foto (RA, RG, CNH, etc).

Quatro chapas disputam o DCE: 1 - Descentralize, 2 - Alteração, 3 - Chapa Quente - O Bonde do Amor e 4 - Vamos a Luta! Construir o Novo.

Não deixe de votar. Participe das decisões da universidade!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Nova edição de "A Carapuça"

O jornal do CANAC "A Carapuça" já está sendo distribuído gratuitamente para os estudantes de História. Nesta edição, a primeira sob direção da gestão Águas de Março, a polêmica do diploma de jornalista no Boca Maldita, o presidente do CANAC Raoni de Assis dá o seu recado no Espaço do Canique, Rui Sousa escreve no Espaço Ladainha, crônica do Wil Scaliante, poesias do Zé Henrique, notícias do CANAC, da UEM e divertidíssimas tirinhas. Boa leitura!

Errata - A Carapuça

primeira página - O valor de 5 reais na festa de inauguração do CANAC está incorreto. Os estudantes não precisam pagar nada para participar.

p. 6 - No quadro Informe UEM sobre a eleição do DCE, a palavra correta é inscritas, e não escritas. O nome da Chapa 1 é Descentralize.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Uma patuscada!

Entrevista histórica do ex-presidente Fernando Collor de Mello para a Globo em 1997:


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Chapas inscritas para a eleição do DCE UEM

A eleição do Diretório Central dos Estudantes será realizada no dia 25/11/2009. As chapas inscritas são:

Chapa 1 -> Descentralize

Chapa 2 -> Alteração

Chapa 3 -> Chapa Quente - O Bonde do Amor

Chapa 4 -> Vamos a Luta! Construir o Novo

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Calendário eleitoral - DCE UEM

03/11/2009 a 10/11/2009 - Período de inscrição das chapas

11/11/2009 a 24/11/2009 - Período de campanha

25/11/2009 - Eleição do Diretório Central dos Estudantes - UEM

A turba da Uniban

Contardo Calligaris

NA SEMANA passada, em São Bernardo, uma estudante de primeiro ano do curso noturno de turismo da Uniban (Universidade Bandeirante de São Paulo) foi para a faculdade pronta para encontrar seu namorado depois das aulas: estava de minivestido rosa, saltos altos, maquiagem -uniforme de balada.

O resultado foi que 700 alunos da Uniban saíram das salas de aula e se aglomeraram numa turba: xingaram, tocaram, fotografaram e filmaram a moça. Com seus celulares ligados na mão, como tochas levantadas, eles pareciam uma ralé do século 16 querendo tocar fogo numa perigosa bruxa.

A história acabou com a jovem estudante trancada na sala de sua turma, com a multidão pressionando, por porta e janelas, pedindo explicitamente que ela fosse entregue para ser estuprada. Alguns colegas, funcionários e professores conseguiram proteger a moça até a chegada da PM, que a tirou da escola sob escolta, mas não pôde evitar que sua saída fosse acompanhada pelo coro dos boçais escandindo: "Pu-ta, pu-ta, pu-ta".

Entre esses boçais, houve aqueles que explicaram o acontecido como um "justo" protesto contra a "inadequação" da roupa da colega. Difícil levá-los a sério, visto que uma boa metade deles saiu das salas de aula com seu chapéu cravado na cabeça.

Então, o que aconteceu? Para responder, demos uma volta pelos estádios de futebol ou pelas salas de estar das famílias na hora da transmissão de um jogo. Pois bem, nos estádios ou nas salas, todos (maiores ou menores) vocalizam sua opinião dos jogadores e da torcida do time adversário (assim como do árbitro, claro, sempre "vendido") de duas maneiras fundamentais: "veados" e "filhos da puta".

Esses insultos são invariavelmente escolhidos por serem, na opinião de ambas as torcidas, os que mais podem ferir os adversários. E o método da escolha é simples: a gente sempre acha que o pior insulto é o que mais nos ofenderia. Ou seja, "veados" e "filhos da puta" são os insultos que todos lançam porque são os que ninguém quer ouvir.

Cuidado: "veado", nesse caso, não significa genericamente homossexual. Tanto assim que os ditos "veados", por exemplo, são encorajados vivamente a pegar no sexo de quem os insulta ou a ficar de quatro para que possam ser "usados" por seus ofensores. "Veado", nesse insulto, está mais para "bichinha", "mulherzinha" ou, simplesmente, "mulher".

Quanto a "filho da puta", é óbvio que ninguém acredita que todas as mães da torcida adversa sejam profissionais do sexo. "Puta", nesse caso (assim como no coro da Uniban), significa mulher licenciosa, mulher que poderia (pasme!) gostar de sexo.

Os membros das torcidas e os 700 da Uniban descobrem assim um terreno comum: é o ódio do feminino -não das mulheres como gênero, mas do feminino, ou seja, da ideia de que as mulheres tenham ou possam ter um desejo próprio.

O estupro é, para essas turbas, o grande remédio: punitivo e corretivo. Como assim? Simples: uma mulher se aventura a desejar? Ela tem a impudência de "querer"? Pois vamos lhe lembrar que sexo, para ela, deve permanecer um sofrimento imposto, uma violência sofrida -nunca uma iniciativa ou um prazer.

A violência e o desprezo aplicados coletivamente pelo grupo só servem para esconder a insuficiência de cada um, se ele tivesse que responder ao desejo e às expectativas de uma parceira, em vez de lhe impor uma transa forçada.

Espero que o Ministério Público persiga os membros da turba da Uniban que incitaram ao estupro. Espero que a jovem estudante encontre um advogado que a ajude a exigir da própria Uniban (incapaz de garantir a segurança de seus alunos) todos os danos morais aos quais ela tem direito. E espero que, com isso, a Uniban se interrogue com urgência sobre como agir contra a ignorância e a vulnerabilidade aos piores efeitos grupais de 700 de seus estudantes. Uma sugestão, só para começar: que tal uma sessão de "Zorba, o Grego", com redação obrigatória no fim?

Agora, devo umas desculpas a todas as mulheres que militam ou militaram no feminismo. Ainda recentemente, pensei (e disse, numa entrevista) que, ao meu ver, o feminismo tinha chegado ao fim de sua tarefa histórica. Em particular, eu acreditava que, depois de 40 anos de luta feminista, ao menos um objetivo tivesse sido atingido: o reconhecimento pelos homens de que as mulheres (também) desejam. Pois é, os fatos provam que eu estava errado.

(Folha de S. Paulo, 05/11/2009)

domingo, 1 de novembro de 2009

Copa História de Futsal - Final

Homens Livres 8 X 2 Dinossauros da História

Parabéns a todos os participantes e o agradecimento da diretoria do CANAC.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Uma CPI do ódio de classe

Dr. Rosinha *

A constituição de uma CPI mista para investigar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), cogitada a partir do desejo raivoso dos ruralistas e viabilizada graças ao apoio ostensivo da mídia privada, é reflexo da influência que setores conservadores ainda mantêm sobre a sociedade brasileira.

Também é sintoma da fragilidade de parte da base de apoio do governo Lula, formada por alguns parlamentares sem compromisso com o governo que dizem apoiar.

Com uma atuação internacionalmente reconhecida, o MST foi recentemente classificado pelo intelectual norte-americano Noam Chomsky, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, como "o mais importante movimento de massa do mundo".

A quem interessa criminalizar o MST? A quem interessa demonizar um movimento social com 25 anos de serviços prestados à justa causa da reforma agrária?

A resposta é simples: aos latifundiários e aos grandes detentores do capital financeiro, nacional e transnacional, que controlam boa parte da agricultura no país.

Os dados do censo agropecuário do IBGE, divulgados há poucas semanas, revelam que menos de 15 mil fazendeiros são donos de mais de 98 milhões de hectares. Em termos percentuais, 1% dos proprietários rurais detém a titularidade de 46% da terra no país.

O que incomoda a bancada ruralista e os setores por ela defendidos no Congresso é o fato de o MST simplesmente existir. E lutar pela distribuição das terras no campo.

Aos olhos dos ricos, os pobres não têm o direito de se organizar, de se manifestar em defesa de seus direitos.

Além de criminalizar o MST, os ruralistas desejam adiar a reforma agrária. Ao se contrapor, por exemplo, à revisão dos índices de produtividade —medida determinada em lei— demonstram todo o caráter reacionário e ilegal de sua posição.

Esses índices determinam se uma fazenda é ou não improdutiva. Criados em 1975, estão defasados. Não levam em conta os avanços tecnológicos da agricultura, o que facilita aos fazendeiros alcançar os indicadores mínimos e evitar desapropriações.

A legislação brasileira determina o seu ajuste "periódico". Com novos índices, o número de imóveis que não cumprem sua função social disponíveis para a reforma agrária cresceria no país.

Sem discurso diante do sucesso do governo Lula, os três principais partidos de direita hoje no Brasil, DEM, PSDB e PPS, estão desnorteados, à procura de alguma tábua de salvação para se agarrar. Assim como em outros episódios, tentam da fazer da CPI do ódio de classe contra o MST um palanque eletrônico, com vistas à eleição de 2010.

O MST já afirmou que não teme a CPI. O Partido dos Trabalhadores e o governo, também não.

Com um requerimento sem fato determinado, que de tão genérico permite a investigação desde cooperativas em geral até evasão de divisas, passando pelo crime organizado, grilagens de terra e uma infinidade de outros temas, a comissão pode vir a se debruçar, entre outros casos, sobre as contas das entidades patronais do agronegócio.

Sabemos que o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Serviço de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), duas entidades patronais, receberam mais de R$ 1,1 bilhão em recursos públicos entre 2000 e 2006. E que parte desses recursos foi utilizada ilegalmente pelas federações que representam os interesses dos fazendeiros.

Que tal investigarmos também o cartel internacional das indústrias de suco de laranja, liderado pela Cutrale, que atua em terras públicas griladas no Estado de São Paulo?

Embora tenha sido minimizado pela mídia, é público o fato de que há cerca de uma década o Incra (Instituto Nacional de Reforma Agrária) reivindica na Justiça a posse da fazenda Santo Henrique, ilegalmente ocupada pela Cutrale.

Contra o ódio de classe dos ruralistas e de sua raiva anti-MST, vamos mais uma vez comprovar a legitimidade do movimento e da agricultura familiar, como contraponto ao latifúndio e ao agronegócio.

O IBGE já comprovou que, dos produtos consumidos pelos brasileiros, 70% do feijão, 87% da mandioca, 58% do leite, 46% do milho e 34% do arroz são produzidos pelos pequenos agricultores.

Apesar de as propriedades com menos de dez hectares ocuparem apenas 2,7% da área total dos imóveis rurais, a agricultura familiar gera 74,4% dos empregos no campo.

Toda denúncia deve ser investigada pelos órgãos competentes. Sim à reforma agrária, não à criminalização dos movimentos sociais.

* Dr. Rosinha, deputado federal (PT-PR), é coordenador da Frente da Terra, que defende a reforma agrária no Congresso Nacional.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Copa História de Futsal - Resultados

Domingo (25/10)

Passa a Bola 0 X 1 Posição Ginecológica
Homens Livres 7 X 2 Dragões de David
Dinossauros da História 1 X 0 Passa a Bola
Homens Livres 3 X 1 Posição Ginecológica
Pira Olímpica 1 X 16 Dinossauros da História
Dragões de David 0 X 5 Passa a Bola
Dinossauros da História 10 X 2 Posição Ginecológicas
Homens Livres 8 X 3 Passa a Bola
Dragões de David 1 X 0 Pira Olímpica

Classificação: 1º Homens Livres 12 pts, 2º Dinossauros 10 pts.

A final será realizada entre Homens Livres X Dinossauros da História no próximo sábado, às 16h, na quadra 2 da UEM. Logo após a quadra será liberada para os acadêmicos do curso até às 19h.